Como já tinha sido prometido há algum tempo, cá estão 2 clássicos pintados. Há mais 2 "na calha", espero que muito em breve os possa acrescentar a este post.
Logotipo para o site Graphic Boost (em desenvolvimento) e personagens que servirão de mascote deste "universo" gráfico, sendo utilizadas com fins promocionais.
As criaturas infelizmente ainda não foram baptizadas, no entanto se alguém tiver sugestões agradecia imenso :)
Vi recentemente o filme 2012 e em conversa com alguns amigos teceram-se algumas considerações suficientemente interessantes para colocar aqui:
- O Tibete tem em média uma elevação de cerca de 4900m. No filme é referido que o tsunami gigante (ops! um pleonasmo) tem 1500m de altura, logo, a menos que as legendas estivessem erradas, no máximo aquele pessoal só molharia a pontinha dos pés;
-Perante a catástrofe eminente, a velha avó tibetana nega-se a pegar nas trouxas que puder e raspar-se dali. "Não! Primeiro temos de comer alguma coisa." Decerto teria conhecimento da nossa primeira consideração e na sabedoria própria da idade, estava segura de que todos os seus conterrâneos estavam a fugir em vão. Entretanto, a galinha reservada para o almoço, estava com um ar bastante argumentativo (com certeza também tinha conhecimento destes factos!)
-As placas do continente africano subiram, logo o Tibete desceu e por isso o Dalai Lama teve água mais do que suficiente para fazer o chá! É obvio! (E por que raio se pôs a tocar o sino? Já era tarde para avisar quem quer que fosse...ah! pois, foi um acto espiritual, demasiado elevado para a nossa compreensão bacoca ocidental).
-É referido o Cabo da Boa Esperança enquanto novo ponto mais alto do mundo, contudo não são referidos quaisquer portugueses ao longo do filme. E logo Portugal, que seria o primeiro país da Península Ibérica a levar com as ondas gigantes em cima. Estaríamos finalmente à cabeça da Europa!
-Perante o cenário descrito anteriormente, os "tugas" nortenhos, mais específicamente os do Porto, safar-se-iam todos com barcos rabelos e sobreviveriam semanas com uma dieta à base de tripas e vinho do Porto. Além disso o chão nunca racharia porque é duro como cornos! E mais: meia dúzia de "carvalhos" e "coza-se" que as ondas punham-se a milhas...não precisávamos que os americanos nos viessem salvar!
-Já que falo em americanos, não haja dúvida têm um ego quase tão grande quanto os tsunamis do filme. Já repararam que sempre que cai um meteorito, aterram extra-terrestres na Terra, ou outro facto de importância mundial é sempre lá que sucedem as descobertas e desenrolar dos acontecimentos?
-Apesar do navio americano ter feito umas festinhas amigáveis nas Montanhas dos Himalaias, o design das barcas estava bastante porreiro (aposto que estava o João Garcia lá em cima das montanhas a beber tranquilamente um chá e a dizer "goodbye suckers!", porque afinal há portugueses em todo o lado). Só não percebi o facto de os convés não terem um limite de segurança. Quem quisesse podia atirar-se ao mar...enfim, "details"...
-Tinham de ser os chineses a construir as barcas, pois só um povo com tal número elevado de pessoas conseguiria terminar a tarefa a tempo (são muitos, trabalham que nem formiguinhas e têm visão 16 por 9, perfeito!). No entanto arrisco-me a dizer que a tecnologia deve ter sido desenvolvida por Japoneses, os motores por alemães e eventuais falhas desenrascadas por portugueses (tipo betume nas frinchas e tal...).
-E já que se fala em mecânica, como é que as rodas dentadas das portas da arca americana (tinha de ser a americana claro!) tritura um desgraçado de um homem (que só por coincidência era o actual marido da da ex-esposa do herói que afinal ainda gostava do ex-marido...) e no entanto um tubo de mangueira entope aquilo tudo? Ah, pois, tinha de acontecer algum problema empolgante para o herói resolver e ficar com os louros e com a mulher! Só que depois de todos os obstáculos que ele conseguiu ultrapassar com uma facilidade altamente improvável, já ninguém se acredita que será este derradeiro problema que lhe vai tirar o sono, o protagonismo e a gratidão de toda a nação americana.
-Por fim restam-me referir pequenos pontos curiosos, nomeadamente o "middle finger" que a loira faz ao mafioso russo (eu adivinhei que ela ia fazer o tal gesto e aposto que mais gente o fez), mas aquele sacana egoísta estava a merecer! Gostei do apontamento "We lost it all in Vegas" (um trocadilho referente aos casinos), quando no aeroporto foi tudo pelo ar e não estou a falar só dos aviões. Apenas não entendi porque é que o desgraçado do homem na torre de controlo, em vez de fugir e salvar a pele da nuvem cinzenta gigante e ameaçadora, estava mais preocupado em impedir que os aviões descolassem sem autorização. Tal como eu estava à espera os seu gritos foram interrompidos por estática e a torre de controlo voou sabe-se lá para onde. Enfim...
E pronto, são estas as considerações. Agradeço especialmente aos meus amigos Marco António, Isabel Martinez e Jorge Miraldo que contribuíram com algumas destas preciosas observações.
A minha versão "southparkiana" aparece acabada de sair do cinema após um filme de terror. Apesar da tshirt é um boneco com muito pouco de Ying e ainda menos de Yang. :P
Pois é meus caros! Comprei uma coisa fantástica chamada tablet ou mesa digitalizadora e é de facto muito prática. Deixo aqui este esboço com o qual me diverti nas últimas horas, totalmente feito com a minha nova aquisição.
Este blog é (quase) inteiramente dedicado à Ilustração e a todos os seus entusiastas. Para mais informações acerca do meu trabalho como freelancer nas áreas da ilustração e do design gráfico, por favor visite os sites abaixo indicados.
Cumprimentos!